A questão ucraniana deu um novo protagonismo ao presidente da Bielorrússia, um aliado russo, até hoje isolado na cena internacional. <br /><br />O homem considerado como o último ditador da Europa, cujo país acolhe as negociações de paz na Ucrânia, deu uma entrevista exclusiva à euronews sobre o conflito entre separatistas e Kiev.<br /><br />Lukashenko afirma não ter sido ouvido pelos político europeus quando apresentou um plano de paz que, segundo ele, poderia ter evitado uma guerra.<br /><br />“Se fosse necessário estaria pronto a utilizar as minhas próprias forças armadas para separar as duas partes em conflito, face à desconfiança entre a Rússia e o Ocidente, o Ocidente e a Rússia e a Rússia e os Estados Unidos”, afirma Lukashenko.<br /><br />Apesar da aliança com a Rússia, Lukashenko afirma que não reconhece as ambições independentistas de Lugansk e Donetsk. Uma forma do autocrata se posicionar como um mediador entre a Rússia e o Ocidente.<br /><br />A entrevista integral é difundida a partir de amanhã na euronews.