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"Drones": Eles vigiam, matam e tiram fotos... mas também salvam vidas

2014-11-13 35 Dailymotion

Quando alguém sofre, por exemplo, uma paragem cardíaca tem de receber assistência de imediato e, muitas vezes, as ambulâncias chegam tarde. A resposta pode estar nos cada vez mais populares “drones”, os objetos voadores não tripulados protagonistas de muitas das histórias de guerra que por estes escutamos dominam os telejornais.<br /><br />Eles vigiam, eles matam, mas agora também podem começar a salvar vidas. Um licenciado de uma universidade holandesa inventou um “drone salva-vidas”. Este objeto voador não tripulado é pequeno, pode viajar até 10 vezes mais rápido que uma ambulância e pode ser “pilotado” à distância através do simples telemóvel pela pessoa que vai prestar a assistência.<br /><br />Integrado neste “drone” está um desfibrilhador. Através de um altifalante e uma câmara incorporados, um médico pode orientar alguém que esteja próximo do aparelho para ser as suas “mãos” no contacto com o paciente.<br /><br />Working on a new, faster version of the #AmbulanceDrone 200km/h possible? Let’s see with the next prototype! pic.twitter.com/g7yhL1jt0O— Alec Momont (@alecmomont) 9 novembro 2014<br /><br />O inventor deste “drone salva-vidas” é Alec Momont. Para ele, o segredo do sucesso deste “drone” é a velocidade.“Os ‘drones’ são sempre limitados devido à capacidade da bateria. Mas como estamos a voar tão rápido, a chegar aos locais a alta velocidade e o aparelho depois aterra, estamos a gastar apenas cinco por cento da potência. É por isso que conseguimos aproveitar tanta energia da bateria para que o ‘drone’ possa voar tão rápido”, explica o inventor do “drone salva-vidas.”<br /><br />Este pode ser apenas ainda um protótipo, mas com os testes em curso, Alec Momont espera que a sua criação possa chegar ao mercado e começar, de facto, a socorrer pessoas dentro de cinco anos.<br /><br />“@jakemitchell: Should be required signage in every conference room pic.twitter.com/I36wPZdAWs”— Yves Behar (@yvesbehar) 12 novembro 2014<br /><br />Revolução nas “selfies”<br />Um novo acessório estético, mas sobretudo tecnológico, ameaça revolucionar a moda das auto fotos, as populares “selfies”. É isso, pelo menos, que esperam os criadores de uma pulseira que se converte num “drone” equipado com uma câmara fotográfica capaz de também registar vídeos.<br /><br />Wrist wearable #drone to capture all your favorite moments: http://t.co/mIDv1Y98s4 #nixie Stanford pic.twitter.com/CIwmMrCmyA— DirectIndustry (DirectIndustry) 5 novembro 2014<br /><br />Clicando num botão, o utilizador desta pulseira fotográfica destranca o “drone” e permite-lhe voar a alguns metros de altura. O pequeno aparelho, que de um relógio passa a um género de “quadacóptero”, identifica os movimentos do utilizador e, após registar a fotografia ou o vídeo, regressa ao dono como se fosse um bumerangue.<br /><br />Embora apontado inicialmente aos desportos radicais pelos seus criadores na Universidade de Stanford, na Califórnia, este “drone” pode vir a tornar-se na nova “estrela” das “selfies” de grupo. Em particular, para aquelas pessoas com braços curtos ou para as que não gostam de braços esticados a tapar parte das suas auto fotos, um dos principais problemas nas “selfies” que registamos com os nossos telemóveis.<br /><br />Wrist wearable #drone to capture all your favorite moments: http://t.co/skv240iL61 #nixie Stanford pic.twitter.com/kdYfNYGcuS— DirectIndustry (DirectIndustry) 4 novembro 2014

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