Os manifestantes a favor da democracia em Hong Kong têm vindo a protestar para expressar a sua vontade. E agora pretendem preservar as obras de arte simbólicas, que as autoridades pretendem querem dos locais das demonstrações.<br /><br />“Quando olhamos para as obras de arte e objetos continuamente, eles impulsionar a nossa moral, expressam gentilmente expressar a nossa vontade. Queremos preservar estas coisas devido às nossas necessidades emocionais”, diz Clarisse Yeung.<br /><br />Já existe um armazém para guardar as obras de arte. Algumas imagens emblemáticos como a escadaria repleta de mensagens de apoio, apelidada de “Lennon Wall” é quase impossível de preservar, mas as memórias vão ser guradadas em fotografias.<br /><br />O artista Miso Zhou da China pintou as cenas dos protestos. Gostaria de levar as pinturas para a China continental, mas não se opõe à sua destruição por parte das autoridades: “As obras de arte fazem parte da sociedade. Se forem destruídas tornam-se ainda mais bonitas. Terão mais história e mais significado. Este é o ponto fundamental. Acho que a arte contemporânea deve interagir com a sociedade e com a realidade. Tem mais significado dessa forma.”<br /><br />O Natal já está no ar nas decorações por toda a cidade de Hong Kong e nos arranha-céus. Talvez o espírito natalício possa salvar as peças de arte, dos protestos, da destruição.