Ilegalizado e considerado uma organização terrorista no Egito, o partido da Irmandade Muçulmana é desde esta quarta-feira uma formação não autorizada na Jordânia.<br /><br /> O governador de Amã ordenou o encerramento da sede do partido na capital, selada pela justiça, alegadamente por não ter renovado a licença para exercer as suas atividades.<br /><br /> Os responsáveis daquele que é o maior partido da oposição no país denunciam uma perseguição política, a nível regional e internacional.<br /><br /> Para Badi al-Rafaiah, o porta-voz da formação:<br /><br /> “Não há qualquer dúvida de que a Irmandade Muçulmana está sob pressão do governo e esta decisão não respeita a lei, nem tudo o que o governo afirma ser a prática da democracia e do diálogo político”.<br /><br /> O partido, mobilizado contra o regime desde a chamada “Primavera Árabe”, tinha boicotado os sufrágios de 2010 e 2013 para denunciar fraudes no escrutínio.<br /><br /> No ano passado o governo tinha autorizado apenas a formação dissidente da “Associação da Irmandade Muçulmana”, a ex
