Marieke Vervoort, prata, pela Bélgica, nos 400m em cadeira de rodas – T52 dos Paralímpicos 2016, conquistou o direito a decidir quando quer morrer, em 2008, porque a lei belga o permite. <br /><br /> Gisteren nog dood ziek vandaag weer in wheeler op de piste gebold. Feels great ! Yes, the beast from Diest is back! pic.twitter.com/MuZqaxbqrl— Marieke Vervoort (@Wielemie) 5 de setembro de 2016<br /> <br /><br /> Mas nos últimos dias viu-se envolvida em polémica. Os “média” belgas divulgaram que teria intenção de recorrer à eutanásia depois dos Jogos do Rio. A desportista garante que a única coisa que disse foi que estas são as suas últimas Olimpíadas: <br /><br /> “É muito duro viver com tanta dor, sofrimento e insegurança. De ano para ano a situação piora e estou feliz por ter estes papéis. Mas ainda estou viva e vou desfrutar de cada momento da minha vida. <br /><br /> Espero que noutros países, como no Brasil, se possa falar sobre isto, que deixe de ser tabu. Eu assinei os papéis em 2008. Mas vejam, estamos em 2016 e eu ganhei ontem uma medalha de prata. É um sonho. E eu estou realmente feliz”, adianta Marieke Vervoort que tinha conquistado a medalha de ouro nos Paralímpicos de Londres 2012, nos 100m em cadeira de rodas – T52, e a prata nos 200m. No próximo sábado compete na final de 100 metros.<br /><br /> no #Atletismo 400m T52, Marieke Vervoort deu aula de superação dentro e fora da pista: https://t.co/72XNPUZ6Ho pic.twitter.com/71uKPNcHQt— Rio 2016 (@Rio2016) 12 de setembro de 2016<br />
