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Argentina: manifestação de milhares por justiça para vítimas de crimes

2016-10-12 15 Dailymotion

“Para que não te aconteça”, foi o lema em espanhol gritado frente ao Parlamento argentino esta segunda feira. <br /><br /> Justiça, foi o que pediram cerca de 5 mil pessoas unidas pela perda de um familiar em crimes que atemorizam cada vez mais a população e que são vistos como uma onda crescente de insegurança. <br /><br /> No es una marcha en contra de nadie. Es una convocatoria para reclamar por nuestros derechos. Todos somos víctimas de Robos #ParaQueNoTePase pic.twitter.com/XkxbueFLYO— PeriodismoParaTodos™ (@PPT2016) 11 octobre 2016<br /><br /> Foi expressamente pedido pela organização, que se compunha também ela de familiares de vítimas, que os manifestantes não ostentassem símbolos políticos ou partidários.<br /><br /> As primeiras estatísticas de crime dos últimos oito anos foram publicadas a 25 de Abril deste ano e mostram um aumento de 10%, no total, da taxa dos vários crimes analisados, desde 2008.<br /><br /> Nilda Gomez, mãe de uma vítima de homicídio, dizia: “É fácil matar e é barato porque se entra e se sai da prisão. É apenas um trâmite.”<br /><br /> Andrea Ferrera, outra mãe com a mesma dor de perda, acrescentava: “O culpado, quem disparou a matar, era um menor e está livre. Precisamos de uma redução na impunidade de menores, uma aplicação efectiva das sentenças, porque o processo judicial é muito longo. Devíamos estar recolhidas em luto e temos de nos manifestar apesar da nossa dor.”<br /><br /> Ao pedido ouvido em Buenos Aires para o efectivo cumprimento da lei, juntaram-se manifestações em Mar del Plata, Rosario, Bahía Blanca e Mendoza.<br /><br /> Presentamos el Portal de Datos Abiertos de la Justicia, un paso para un sistema judicial más moderno y transparente pic.twitter.com/61n7S5UQM1— Mauricio Macri (@mauriciomacri) 11 octobre 2016<br /><br /> O Presidente Mauricio Macri anunciou ontem também a assinatura de um acordo para agregar estatísticas judiciais oficiais sobre crimes e progresso dos processos, que estará disponível online, e apelou aos agentes do sector judicial para que o modernizassem, sem medo da transparência necessária a uma avaliação pública.<br />

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