Com Reuters<br /><br />O teste com míssil balístico intercontinental norte-coreano (IBM, sigla em língua inglesa) terá atingido a Zona Económica Exclusiva do Japão, segundo o Governo nipónico.<br /><br />Depois do alegado teste, confirmado pela Coreia do Norte, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe convocou uma reunião do Conselho Nacional de Segurança.<br /><br />Abe apelou à solidariedade da Comunidade Internacional:<br /><br />“Enquanto a Coreia do Norte continuar com estas provocações, os Estados Unidos, a Coreia do Sul e a Rússia, assim como toda a Comunidade Internacional devem adotar uma atitude de cooperação no sentido de pressionarem o país”, disse Abe.<br /><br />A televisão pública japonesa NHK mostrou imagens de um raio de luz que caiu em águas próximas da costa da ilha de Hokkaido (norte). Segundo a NHK, seriam a imagens do míssil balístico. <br /><br />Kim Jong Un fala em “mais um sucesso<br /><br />A Coreia do Norte divulgou também imagens que diz serem do segundo teste com um míssil balístico intercontinental. O lançamento do Hwasong-14 terá tido lugar esta sexta-feira na província de Jagang (norte).<br /><br />Os norte-coreanos dizem ter, a partir de agora, a capacidade para atingir território continental dos Estados Unidos. Alguns analistas confirmam que pelo menos a costa californiana poderia ser atingida, nomeadamente a cidade de Los Angeles, no sul do estado.<br /><br />Kim Jong Un definiu o lançamento como um “alerta a Washington” e às ameaças de guerra da parte da administração Trump.<br /><br />Administração Trump que reagiu sem demora. Washington, que acabou de aprovar um novo pacote de sanções à Rússia, ao Irão e à Coreia do Norte considera que todas as opções podem vir a ser contempladas, no que a Pyongyang diz respeito.<br /><br />A China e a Rússia falam na possibilidade de novas sanções contra a Coreia do Norte. O caso de Pequim assume especial importância, já que a China é o principal aliado da Coreia do Norte na região, para desagrado das autoridades da Coreia do Sul.<br />
