Raila Odinga, o candidato derrotado nas eleições presidenciais do Quénia, apelou a uma greve geral na segunda-feira, como forma de protesto contra a reeleição de Uhuru Kenyatta. <br /><br />Odinga contesta os resultados e denunciou aquilo que classificou de “farsa eleitoral”. <br /><br />Kenyan opposition leader Odinga calls on supporters not to go to work https://t.co/uo0pI8uOx4 pic.twitter.com/HcEMPLloF0— Reuters Top News (@Reuters) August 13, 2017<br /><br /><br />A violência eclodiu em alguns redutos da oposição após a proclamação da vitória do atual chefe de Estado. 16 pessoas morreram entre sexta-feira e sábado à noite.<br /><br />Raila Odinga apela à manifestação pacífica dos apoiantes.<br /><br />“Vamos mostrar como é que esta eleição foi roubada. A partir de amanhã, todos os cidadãos devem tomar o poder constitucionalmente, para que quando os chamarmos à ação pacífica, não fiquem para trás,”, apela um membro da coligação de Odinga, James Orengo. <br /><br />A Comissão Eleitoral do Quénia confirmou a vitória de Uhuru Kenyatta, no escrutínio presidencial de 8 de agosto, com 54,27% dos votos. Raila Odinga não foi além dos 44,74%.<br /><br />O Governo do Quénia já avisou que não tolerará protestos violentos.<br />
