O exército sírio diz que pelo menos dois soldados morreram num ataque aéreo levado a cabo pelo exército de Israel na província de Hama (coentro-oeste), atingindo uma zona militar.<br /><br />Segundo as tropas sírias, o ataque terá tido lugar perto da cidade de Masyaf. <br /><br />Damasco disse, em comunicado, que a operação “poderia ter repercursões perigosas para a segurança e a estabilidade na região”. <br /><br />As autoridades israelitas recusaram-se a comentar o comunicado sírio. <br /><br />Local alegadamente atingido ligado à produção de armas químicas<br /><br />Segundo o chamado Observatório Sírio dos Direitos Humanos, grupo citado pela agência Reuters, o local está ligado à produção de armas químicas. <br /><br />A Euronews não confirmou a exatidão das informações avançadas pelo grupo, regularmente citado como fonte pelas principais agências internacionais de informação. <br /><br />O Observatório diz que o local tem o nome de Centro de Estudos Científicos e de Investigação, entidade que Washington diz ser um centro de produção de armas químicas. <br /><br />O ataque teve lugar depois das Nações Unidos terem acusado o Governo de Basha al-Assad de lançar um ataque com gás sarin no passado mês de abril, algo que Damasco nega.<br /><br />Segundo a ONU, pelo menos 80 pessoas morerram e 27 ficaram feridas na localidade de Khan Sheikhoun, província de Idlib.<br /><br />Ataques visam movimento xiita libanês Hezbollah<br /><br />Segundo o Observatório, os ataques atingiram também um campo perto de um centro utilizado como depósito de armas onde terão sido vistos membros do Hezbollah libanês, próximo do Irão. <br /><br />O movimento xiita é um dos principais aliados de Assad e vive em confronto com Telavive. <br /><br />Israel diz que há material químico e armas em mãos do Hezbollah, cuja origem é atribuida ao centro de investigação em Hama, alegadamente bombardeado pelo exército.<br /><br />Com Reuters<br />
