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Desmond Tutu condena postura de Aung San Suu Kyi

2017-09-08 1 Dailymotion

Desmond Tutu, o arcebispo da África do Sul laureado com o Prémio Nobel da Paz em 1984, juntou-se às vozes de protesto que apelam à também laureada e líder de facto do Governo birmanês, Aung San Suu Kyi, para fazer mais em nome da proteção da minoria muçulmana Rohingya.<br /><br />Através de uma carta, publicada nas redes sociais, Tutu diz que não pode ficar calado face aos “horrores” em curso e à “limpeza étnica” no estado de Rakhine, do norte de Myanmar. Acrescenta que se “o preço político da ascensão ao mais alto gabinete público de Myanmar é o silêncio, o preço é seguramente demasiado alto.”<br /><br />As we witness the unfolding horror we pray for you to be courageous & resilient again. #Rohingya #PrayForRohingya pic.twitter.com/BIDSYY9e1X— DesmondTutu Official (@TheDesmondTutu) September 7, 2017<br /><br />Em resposta aos pedidos para retirar o Prémio Nobel, atribuído em 1991, a Aung San Suu Kyi, a presidente do Comité Nobel, Berit Reiss-Anderssen, disse, em entrevista, não lhe competir avaliar o que um laureado com Prémio Nobel faz depois de ser distinguido.<br /><br />A líder birmanesa fala num “icebergue de desinformação.” Aung San Suu Kyi defende a forma como o Governo está a gerir a crise política, social e humanitária crescente.<br /><br />As acusações de crimes contra a humanidade e suspeitas de genocídio multiplicam-se. As Nações Unidas estimam que mais de um milhar de pessoas, maioritariamente da minoria muçulmana Rohingya, podem ter morrido devido à violência no estado de Rakhine. Cerca de 164 mil pessoas fugiram da violência na Birmânia em menos de duas semanas e buscam agora refúgio no vizinho Bangladesh.<br /><br />As acusações de crimes contra a humanidade e suspeitas de genocídio multiplicam-se. As Nações Unidas estimam que mais de um milhar de pessoas, maioritariamente da minoria muçulmana Rohingya, podem ter morrido devido à violência no estado de Rakhine. Cerca de 164 mil pessoas fugiram da violência na Birmânia em menos de duas semanas e buscam agora refúgio no vizinho Bangladesh.<br />

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