O deputado federal eleito Samuel Viana (PL) criticou a PEC da Transição e disse que a proposta usa a prerrogativa de adotar Bolsa Família no valor de R$ 600 para acrescentar outros gastos além do limite fiscal. Filho do senador Carlos Viana (PL), ele assume, em 2023, seu primeiro cargo público.<br /><br />Leia mais: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2022/11/25/interna_politica,1425940/deputado-eleito-samuel-viana-critica-pec-da-transicao-cheque-em-branco.shtml<br /><br />A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição é a medida adotada pela equipe que prepara a posse do novo governo federal para furar teto de gastos e permitir investimentos da União. A medida, que precisa ser avaliada no Congresso Nacional, prevê a exclusão de cerca de R$ 200 bilhões para investimentos públicos, incluindo o Bolsa Família.<br /><br />“Acredito que a PEC, de um modo geral, está um cheque em branco. Ela introduziu muitas outras coisas na tentativa de esconder isso atrás da necessidade de manter um Auxílio Brasil permanente. Acredito até que a tendência seja de passar com o Auxílio Brasil de R$ 600, talvez um complemento de R$ 200, mas o restante, eu acredito que vá ficar para um próximo mandato. Aí o governo constituiria suas bases, o seu orçamento e trabalharia para frente”, afirmou Viana em entrevista ao Estado de Minas.<br /><br />Acesse o site: https://em.com.br / https://uai.com.br<br /><br />SE INSCREVA EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE!<br /><br />Siga o Portal UAI nas redes sociais: <br />Instagram - https://instagram.com/estadodeminas/<br />Twitter - https://twitter.com/em_com<br /><br />#samuelviana #pl #pec #transição
