O tenente-coronel Mauro Cid admitiu ter participado da venda de dois relógios de luxo recebidos por Jair Bolsonaro, mas que, por lei, pertencem ao Estado brasileiro e não podem ser incorporados a patrimônio pessoal. Bolsonaro afirmava que desconhecia o negócio e não havia recebido dinheiro proveniente de venda dos presentes. O depoimento de Cid desmonta essa versão. "O presidente estava preocupado com a vida financeira. Ele já havia sido condenado a pagar várias multas", afirmou Mauro Cid. As informações constam da capa da edição da revista Veja cuja reportagem já está na internet. Confira.<br /><br />Seja assinante do Brasil 247 e da TV 247 em brasil247.com/apoio ou apoie por Pix usando a chave pix@brasil247.com.br.<br /><br />Este é o único canal autorizado a utilizar conteúdo jornalístico da TV 247.<br /><br />Todos os direitos reservados.
