Assessora especial de Paulo Guedes, a advogada tributarista Vanessa Rahal Canado afirma que a proposta de um imposto único (CBS) com alíquota de 12% não vai impactar na carga tributária e garante que a proposta entregue ao Congresso não tem o objetivo de cobrir o rombo nas contas públicas provocado pela pandemia da Covid-19.<br /><br />"A ideia não é arrecadar mais dinheiro com a reforma tributária, mas o Brasil não tem condições de abrir mão da arrecadação. A gente pode é arrecadar melhor", diz.<br /><br />Em entrevista a O Antagonista, ela rebate as interpretações de que o texto apresentado ao Congresso Nacional poupa setores importantes da base do governo, como o agronegócio e as igrejas, assim como os bancos. <br /><br />Responsável pelo grupo de trabalho da reforma tributária, Vanessa Canado afirma também que a tributação sobre o consumo, embora não seja o ideal, "é natural em países em desenvolvimento".<br /><br />"A gente não pode comparar o quanto o Brasil tributa o consumo versus a renda com países da OCDE, que são países ricos. A gente tributa mal, tem espaço para equalizar, mas somos um país pobre."<br /><br />Assista à íntegra da entrevista ao Gabinete de Crise de ontem à noite:<br /><br />Cadastre-se para receber nossa newsletter:<br />https://bit.ly/2Gl9AdL<br /><br />Confira mais notícias em nosso site:<br />https://www.oantagonista.com<br /><br />Acompanhe nossas redes sociais:<br />https://www.fb.com/oantagonista<br />https://www.twitter.com/o_antagonista<br />https://www.instagram.com/o_antagonista
