A Polícia Federal deflagrou a operação que investiga o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro (foto) e os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, suspeitos de envolvimento no caso que ficou conhecido como "bolsolão do MEC". <br /><br />Ribeiro e Gilmar Santos já foram presos. Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão em Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal, além de medidas cautelares como a proibição do contato entre os investigados.<br /><br />O pastor Gilmar Santos, parceiro de Arilton, está entre os investigados.<br /><br />Todos são suspeitos de integrarem esquema de tráfico de influência e corrupção na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para prefeituras. O esquema foi revelado pelo Estadão, em março.<br /><br />Na ocasião, Bolsonaro saiu em defesa de Ribeiro e disse que botaria "a cara no fogo" por ele. A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, afirmou que o ex-ministro provaria que é "uma pessoa honesta".<br /><br />Áudios divulgados pela Folha mostraram Ribeiro declarando que a prioridade aos pastores havia sido um pedido do próprio presidente Jair Bolsonaro. Em depoimento à PF, porém, ele negou o crime e disse que "não tinha conhecimento que o pastor Gilmar ou o pastor Arilton supostamente cooptavam prefeitos para oferecer privilégios junto a recursos públicos sob a gestão do FNDE ou MEC".<br /><br />Ribeiro deixou o governo Bolsonaro no final daquele mesmo mês, em notícia antecipada por O Antagonista.<br /><br />Cadastre-se para receber nossa newsletter:<br />https://bit.ly/2Gl9AdL<br /><br />Confira mais notícias em nosso site:<br />https://www.oantagonista.com<br /><br />Acompanhe nossas redes sociais:<br />https://www.fb.com/oantagonista<br />https://www.twitter.com/o_antagonista<br />https://www.instagram.com/o_antagonista
