De acordo com um o sócio da gestora de fundos Pátria Investimentos, um passo em falso da empresa que resultou em prejuízo para seus investidores foi “um erro pequeno”.<br /><br />“Foi um erro pequeno, de 0,03% em relação ao que temos em gestão, e mesmo frente aos R$ 8 bilhões que investimos por ano, mas que a gente levou muito a sério”, disse José Augusto Teixeira ao Estado de S. Paulo.<br /><br />Teixeira ainda afirmou: “Houve repercussões e aprendizados importantes”.<br /><br />Isso não reconforta os investidores da Pátria. Como O Antagonista noticiou de antemão ontem, quinta-feira (3), eles começaram a semana sem dinheiro e com R$ 300 negativos por cota.<br /><br />A queda atingiu as cotas do fundo de investimentos shopping centers do interior, chamado Pátria Special Opportunities II.<br /><br />Graças ao prejuízo, será preciso um aporte médio de R$ 240 mil por investidor para sair do negócio.<br /><br />A gestora, que abriu capital na Nasdaq em 2021, também causou desconforto entre os investidores quando, após o IPO (Oferta Pública Inicial de ações), os acionistas embolsaram cerca de US$ 300 milhões de aproximadamente US$ 625 milhões arrecadados.<br /><br />Recentemente, um relatório da JP Morgan questionou a avaliação dos investimentos de um fundo da Pátria a múltiplos bem mais altos que os de concorrentes de capital aberto.<br /><br />Apoie o jornalismo independente. Assine o combo O Antagonista + Crusoé: https://assine.oantagonista.com/ <br /><br />Siga O Antagonista nas redes sociais e cadastre-se para receber nossa newsletter https://bit.ly/newsletter-oa <br /><br />Leia mais em oantagonista.uol.com.br | crusoe.uol.com.br
