Durante a celebração de seus 90 anos no exílio, o Dalai Lama afirmou que haverá uma estrutura para discutir a continuidade da linhagem espiritual que lidera há décadas. O anúncio levanta novas dúvidas sobre o futuro do Tibete e reacende o temor de que a China nomeie um sucessor alinhado ao regime de Pequim.<br /><br />O atual Dalai Lama vive na Índia desde 1959, após um levante contra o domínio chinês. Considerado “separatista” por Pequim, ele ainda é a figura mais respeitada do budismo tibetano. Muitos temem que o governo chinês tente manipular a sucessão para enfraquecer a resistência cultural e religiosa no Tibete.<br /><br />Apesar da idade avançada, o líder afirmou estar bem de saúde e confiante quanto à continuidade de sua missão espiritual. Com a sucessão em pauta, cresce a atenção global sobre o papel da China e o futuro da luta tibetana.<br /><br />Acesse o site:<br /><br />uai.com.br<br />em.com.br<br /><br />SE INSCREVA EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE!<br /><br />Siga o Portal UAI nas redes sociais: <br />instagram.com/estadodeminas <br />twitter.com/portalUai<br />twitter.com/em_com<br /><br />#DalaiLama #Tibete #China #Budismo
