Os italianos Arianna e Giorgio são nadadores artísticos. Ela tem síndrome de Down, ele não.“O esporte me ensinou a sorrir mais e ser mais aberta. Para mim não há nada mais bonito do que o nado artístico”, conta Arianna Sacripante. Ela e Giorgio são um exemplo da inclusão pelo esporte. Embora em geral existam programas inclusivos, ainda são raros os que integram pessoas com e sem deficiência.“Eu nunca tinha trabalhado com alguém com deficiência antes. No início, tinha medo de dizer ou fazer algo errado. Mas o esporte nos conectou desde o início, porque esse é o nosso idioma comum”, destaca Giorgio Minisini.
