Partindo da ideia de que a memória é uma ilha de edição, a veterana cineasta Rita Moreira revisita sua trajetória através de seus filmes. Entre imagens da Nova York dos anos 1970 — onde se autoexilou durante a ditadura militar brasileira — e obras mais recentes, do final dos anos 2010, o filme costura tempo e experiência para refletir sobre as transformações políticas, sociais e afetivas que atravessam tanto a história do Brasil quanto a vida da diretora.
