A proposta de reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais reacendeu o debate sobre produtividade e custo para as empresas. Estudo do IPEA aponta impacto de 1% nas despesas, equivalente ao aumento do salário mínimo. Entidades como CNI e Fiesp defendem cautela e respeito aos acordos coletivos.<br /><br />Neste corte de Mercado, Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, e Josias Bento, especialista em investimentos CEA e sócio da GT Capital, discutem se a mudança deve ser gradual, os reflexos nas contas públicas e o verdadeiro entrave da baixa produtividade brasileira: gestão pública, infraestrutura ou investimento privado?<br /><br />💬 Gostou da análise? Deixe seu like, inscreva-se no canal de VEJA+ e compartilhe o vídeo!<br /><br />—————————————————————————<br /><br />Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN<br /><br />Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/<br /><br />SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:<br />Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/<br />Facebook: http://www.facebook.com/Veja/<br />Twitter: http://twitter.com/VEJA<br />Telegram: http://t.me/vejaoficial<br />Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/<br />TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja
