Bruno Perri, economista-chefe da Forum Investimentos, explica por que o Fundo Garantidor de Crédito precisa mudar para evitar novas distorções no mercado. Para ele, o investidor deveria dividir parte do risco ao aplicar em CDBs de bancos menores, recebendo só o principal ou parte dos juros em caso de quebra. A medida forçaria uma precificação mais rigorosa e reduziria a corrida por taxas elevadas sem avaliação adequada.<br /><br />Perri também defende maior contribuição de bancos médios ao FGC, especialmente quando ampliam captação e exposição ao fundo. O rombo provocado por liquidações recentes, como as de Banco Master e Banco Pleno, consumiu até 35% do caixa, exigindo aportes antecipados dos grandes bancos — o que pode pressionar spreads e encarecer o crédito.<br /><br />💬 Gostou da análise? Deixe seu like, inscreva-se no canal de VEJA+ e compartilhe o vídeo!<br /><br />—————————————————————————<br /><br />Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN<br /><br />Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/<br /><br />SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:<br />Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/<br />Facebook: http://www.facebook.com/Veja/<br />Twitter: http://twitter.com/VEJA<br />Telegram: http://t.me/vejaoficial<br />Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/<br />TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja
