Código de conduta no STF divide ministros e reacende debate sobre controle externo. No Ponto de Vista, apresentado por Marcela Rahal, o doutor em Direito Sidney Stahl analisa o discurso do presidente do Supremo, Edson Fachin, na abertura do ano do Judiciário.<br /><br />Fachin defendeu a construção de um código de ética interno para o Supremo e anunciou a ministra Cármen Lúcia como relatora da proposta. Segundo ele, é preciso “dialogar e construir confiança pública”, reforçando o compromisso ético da Corte.<br /><br />Stahl explica que há divergência entre ministros. Enquanto Fachin defende um código interno para evitar interferências externas, outros, como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, manifestaram preocupação com a possibilidade de controle externo.<br /><br />Para o jurista, o debate já revela um problema: “Quando a gente começa a discutir um código de conduta, é porque já existe alguma coisa errada”. Ele afirma que, se os princípios do artigo 37 da Constituição — especialmente o da moralidade — fossem rigorosamente cumpridos, “estaria resolvido o problema”.<br /><br />📌 Assista à análise completa sobre ética, controle institucional e os limites do Supremo.<br /><br />👍 Curta o vídeo<br />💬 Comente: o STF precisa de um código de conduta próprio?<br />🔔 Inscreva-se no canal da VEJA<br /><br />—————————————————————————<br /><br />Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN<br /><br />Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/<br /><br />SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:<br />Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/<br />Facebook: http://www.facebook.com/Veja/<br />Twitter: http://twitter.com/VEJA<br />Telegram: http://t.me/vejaoficial<br />Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/<br />TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja
