A possível classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pelos Estados Unidos pode trazer consequências inesperadas para o Brasil. Em entrevista ao Ponto de Vista, da revista VEJA, o promotor de Justiça Lincoln Gakiya explica por que considera essa mudança problemática.<br /><br />Ao conversar com a jornalista Marcela Rahal, o promotor detalha reuniões com emissários do governo americano que buscavam entender a atuação internacional do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo ele, os encontros ocorreram em São Paulo e tinham caráter técnico, para coleta de informações que poderiam subsidiar decisões do governo dos Estados Unidos.<br /><br />Gakiya também explica por que é contrário à classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Para o promotor, apesar da violência dessas facções, elas não possuem objetivo ideológico ou político — critério essencial para esse enquadramento segundo padrões internacionais e definições adotadas pela Organização das Nações Unidas.<br /><br />Durante a entrevista, ele alerta que a mudança de classificação poderia até prejudicar investigações conjuntas entre autoridades brasileiras e americanas. Isso porque o tema deixaria de ser tratado no âmbito policial e passaria para estruturas de segurança de Estado, envolvendo órgãos como a CIA, além de forças militares.<br /><br />đ Assista à entrevista completa e entenda os riscos e impactos dessa possível decisão para o combate ao crime organizado no Brasil.<br /><br />đ Curta o vídeo<br />đŹ Deixe sua opinião nos comentários<br />đ Inscreva-se no canal da VEJA para acompanhar entrevistas e análises exclusivas<br /><br />#pcc, #crimeorganizado, #segurançapública, #facçõescriminosas, #lincolngakiya, #revistaveja, #pontodevista, #notíciasdehoje<br />—————————————————————————<br /><br />Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN<br /><br />Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/<br /><br />SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:<br />Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/<br />Facebook: http://www.facebook.com/Veja/<br />Twitter: http://twitter.com/VEJA<br />Telegram: http://t.me/vejaoficial<br />Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/<br />TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja
